Sulfato De Hidroxicloroquina 400 Mg Comprimido Revestido Com 30 Medley Farmaceutica Ltda.
Vendido e entregue por Drogariabrasil
sulfato de hidroxicloroquina
400 MG
O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para tratar afecções reumáticas, dermatológicas, artrite reumatoide, lúpus eritematoso, condições dermatológicas induzidas pela luz solar e malária. O medicamento interfere na atividade enzimática, liga-se ao DNA e inibe a formação de p…
sulfato de hidroxicloroquina é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para tratar afecções reumáticas, dermatológicas, artrite reumatoide, lúpus eritematoso, condições dermatológicas induzidas pela luz solar e malária. O medicamento interfere na atividade enzimática, liga-se ao DNA e inibe a formação de prostaglandinas e síntese de interleucina-1. Em doenças reumáticas, inibe a interação antígeno-anticorpo e degradação da cartilagem, além de atuar nas funções lisossomais dos fagócitos e macrófagos.
Bula
sulfato de
hidroxicloroquina
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Comprimido revestido
400 mg
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sulfato de hidroxicloroquina
Medicamento Genérico, Lei nº 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos 400 mg: embalagem com 30.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
COMPOSIÇÃO
sulfato de hidroxicloroquina 400 mg:
Cada comprimido revestido contém 400 mg de sulfato de hidroxicloroquina, equivalente a 309,6 mg de
hidroxicloroquina base.
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amido de milho, estearato de magnésio, hipromelose,
macrogol 400, dióxido de titânio.
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para o tratamento de afecções reumáticas e dermatológicas
(reumatismo e problemas de pele); artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações); artrite
reumatoide juvenil (em crianças); lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica); lúpus eritematoso
discoide (lúpus eritematoso da pele); condições dermatológicas (problemas de pele) provocadas ou
agravadas pela luz solar.
Malária (doença causada por protozoários): Tratamento das crises agudas e tratamento supressivo de
malária por Plasmodium vivax, P. ovale, P. malariae e cepas (linhagens) sensíveis de P. falciparum
(protozoários causadores de malária). Tratamento radical da malária provocada por cepas sensíveis de P.
falciparum.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O sulfato de hidroxicloroquina possui diversas ações farmacológicas, tais como interferência com a
atividade enzimática, ligação ao DNA, inibição da formação de prostaglandinas, ruptura das células dos
protozoários e possível interferência no aumento de produção de células de defesa. Em doenças reumáticas
sua função é a inibição da interação antígeno-anticorpo, a inibição da síntese de interleucina-1 (IL-1) e da
degradação da cartilagem induzida por esta citocina, além de inibir as funções lisossomais dos fagócitos e
dos macrófagos.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O sulfato de hidroxicloroquina é contraindicado em pacientes com alergia conhecida aos componentes da
fórmula, aos derivados da 4-aminoquinolina e pacientes que apresentam maculopatias pré-existentes
(distúrbios visuais). Só o médico pode decidir sobre o uso de sulfato de hidroxicloroquina durante a
gravidez e amamentação.
Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS
Reativação de infecções: Converse com seu médico se você tem uma infecção crônica inativa, como
hepatite B, varicela/herpes zoster (uma erupção cutânea dolorosa e com bolhas) ou tuberculose, pois elas
podem piorar. É possível que a reativação dessas infecções possa ocorrer em pacientes tratados com
hidroxicloroquina em combinação com outros imunossupressores (classe de medicamento).
Retinopatia (lesão nas células da retina): O uso concomitante de hidroxicloroquina com medicamentos
conhecidos por induzir toxicidade na retina, como por exemplo, o tamoxifeno, não é recomendado.
Reações cutâneas graves: Erupções cutâneas graves foram relatadas com o uso de hidroxicloroquina (vide
“Quais os males que este medicamento pode me causar?”). Frequentemente, a erupção cutânea pode
envolver úlceras na boca, garganta, nariz, órgãos genitais e conjuntivite (olhos vermelhos e inchados). Estas
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erupções cutâneas graves são muitas vezes precedidas por sintomas semelhantes à gripe, como febre, dor
de cabeça e dor corporal. A erupção cutânea pode progredir para bolhas generalizadas e descamação da
pele. Se você desenvolver estes sintomas de pele, pare de tomar hidroxicloroquina e entre em contato com
seu médico imediatamente.
Anemia hemolítica associada a deficiência de G6PD: O paciente pode notar escurecimento da urina ou
obter um resultado de exame de sangue de hemoglobina diminuída no sangue (o que pode ocorrer devido
à decomposição dos glóbulos vermelhos). Se você desenvolver estes sintomas, procure o seu médico.
Outros monitoramentos de tratamentos em longo prazo: Pacientes em tratamento em longo prazo
devem realizar contagens periódicas de sangue completo, e caso desenvolvam anormalidades, a
hidroxicloroquina deve ser descontinuada (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Todos os pacientes submetidos à terapia de longo prazo com hidroxicloroquina devem realizar exame
periódico da função dos músculos esqueléticos e reflexos tendinosos (movimentos reflexos desencadeados
pela percussão de um tendão muscular). Caso sejam observadas alterações (fraqueza), o medicamento
deverá ser suspenso (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Dados de Segurança Pré-Clínicos: Apenas dados pré-clínicos limitados estão disponíveis para
hidroxicloroquina, portanto, dados da cloroquina são considerados devido à semelhança da estrutura e
propriedades farmacológicas entre os 2 produtos.
Carcinogenicidade: Não existem dados sobre a carcinogenicidade com hidroxicloroquina. Em um estudo
de 2 anos realizado em ratos com cloroquina, não se observou aumento nas alterações neoplásicas ou
proliferativas. Não houve estudo realizado em camundongos. Não houve mudanças proliferativas nos
estudos de toxicidade subcrônica.
Potencial risco carcinogênico: Dados de carcinogenicidade em animais estão disponíveis somente para
uma espécie com medicamentos semelhantes à cloroquina e este estudo foi negativo. Em humanos, dados
são insuficientes para descartar que hidroxicloroquina pode levar um aumento do risco de câncer em
pacientes submetidos ao tratamento em longo prazo. Foram reportados casos raros de comportamento
suicida em pacientes tratados com hidroxicloroquina. Podem ocorrer distúrbios extrapiramidais com sulfato
de hidroxicloroquina (vide “Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Comportamento suicida e desordens psiquiátricas: Foram reportados comportamento suicida e
desordens psiquiátricas em alguns pacientes tratados com sulfato de hidroxicloroquina (vide “Quais os
Males que este medicamento pode me causar?”). Os efeitos colaterais psiquiátricos geralmente ocorrem no
primeiro mês após o início do tratamento com sulfato de hidroxicloroquina e foram relatados também em
pacientes sem história prévia de transtornos psiquiátricos. Os pacientes devem ser aconselhados a procurar
aconselhamento médico imediatamente se apresentarem sintomas psiquiátricos durante o tratamento.
Distúrbios extrapiramidais: Podem ocorrer distúrbios extrapiramidais (relacionados à coordenação e
controle dos movimentos) com sulfato de hidroxicloroquina (vide “Quais os males que este medicamento
pode me causar?”).
Outras precauções: Uma redução da dose pode ser necessária em pacientes com doença hepática (do
fígado) ou renal, bem como naqueles que tomam medicamentos que afetam esses órgãos. Pacientes com
porfiria cutânea tardia (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com
complicações neurológicas) são mais suscetíveis à hepatotoxicidade (danos ao fígado). Converse com seu
médico caso você tenha alguma doença chamada porfiria que afete seu metabolismo. Recomenda-se cautela
a pacientes com problemas gastrintestinais (do estômago e/ou no intestino), neurológicos (do sistema
nervoso) ou hematológicos (do sangue), e àqueles com alergia à quinina, deficiência de glicose-6-fosfato
desidrogenase, porfiria (doença metabólica) ou psoríase (doença de pele). Embora o risco de depressão da
medula óssea seja pequeno, aconselha-se hemograma (exame de sangue) periódico e suspensão do
tratamento caso surjam alterações hematológicas. Crianças pequenas são particularmente sensíveis aos
efeitos tóxicos das 4-aminoquinolinas, e, portanto, você deve guardar sulfato de hidroxicloroquina longe
do alcance das crianças. A hidroxicloroquina não é eficaz contra cepas de Plasmodium falciparum
resistentes à cloroquina, e também não é ativa contra as formas exo-eritrocíticas de P. vivax, P. ovale e P.
malariae. Consequentemente, sulfato de hidroxicloroquina não previne a infecção por esses plasmódios,
nem as recaídas da doença. Se você tem ou teve miastenia (uma doença com fraqueza muscular geral,
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incluindo, em alguns casos, músculos usados para respirar), fale com seu médico. Você pode notar
agravamento de sintomas como fraqueza muscular, dificuldade em engolir, visão dupla, entre outros.
Uso em Malária: a hidroxicloroquina não é eficaz contra estirpes resistentes à cloroquina de P. falciparum,
e não é ativa contra as formas exo-eritrocíticas de P. vivax, P. ovale e P. malariae e, portanto, não impedirá
a infecção por esses organismos quando administrado profilaticamente, nem prevenir a recidiva da infecção
devido a esses organismos.
Desordens do ritmo cardíaco: A hidroxicloroquina pode causar alterações do ritmo cardíaco em alguns
pacientes. Deve ter precaução ao usar hidroxicloroquina se você nasceu ou tem histórico familiar de
intervalo QT prolongado, se você tem prolongamento QT adquirido (observado no ECG, registro elétrico
do coração), se você tem problemas cardíacos, ou tem histórico de ataque cardíaco (enfarte do miocárdio),
se você tiver desequilíbrio eletrolítico no sangue (especialmente baixo nível de potássio ou magnésio, se
toma medicamentos conhecidos por afetar o ritmo de batidas do seu coração vide “Outros medicamentos e
hidroxicloroquina”). Se você sentir palpitações ou batimentos cardíacos irregulares, deve informar o seu
médico imediatamente. O risco de problemas cardíacos pode aumentar com o aumento da dose. Portanto,
a dose recomendada deve ser seguida.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de
ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração,
inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente
medicamentos que causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no
eletrocardiograma), medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou
medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Distúrbios musculares e nervosos: A hidroxicloroquina pode causar distúrbios musculares e nervosos.
Deve-se ter cuidado ao tomar este medicamento por um longo período de tempo, seu médico verificará
ocasionalmente se há fraqueza muscular, dormência e dor.
Distúrbios renais: A hidroxicloroquina pode causar distúrbios renais. Você deve informar seu médico antes
de usar hidroxicloroquina, se tiver histórico de distúrbios renais.
Problemas de saúde mental: Algumas pessoas em tratamento com sulfato de hidroxicloroquina podem
ter problemas de saúde mental, como pensamentos irracionais, ansiedade, alucinações, sensação de
confusão ou depressão, incluindo pensamentos de automutilação ou suicídio, mesmo aqueles que nunca
tiveram problemas semelhantes antes. Se você ou outras pessoas ao seu redor perceberem algum destes
efeitos colaterais (vide “Quais os Males que este medicamento pode me causar?”), consulte um médico
imediatamente e interrompa o tratamento se tiver pensamentos de automutilação ou suicídio.
Outros medicamentos e hidroxicloroquina: Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou
tiver tomado recentemente outros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica. Isso
inclui, em particular: Medicamentos conhecidos por afetar o ritmo do seu coração. Isso inclui medicamentos
usados para ritmo cardíaco anormal (antiarrítmicos), para depressão (antidepressivos tricíclicos), para
transtornos psiquiátricos (antipsicóticos), para infecções virais (por exemplo, saquinavir), para infecções
fúngicas (por exemplo, fluconazol), para infeções parasitárias (pentamidina) ou contra malária (por
exemplo, halofantrina); Alguns antibióticos usados para infecções bacterianas (como moxifloxacina,
azitromicina, claritromicina, eritromicina, roxitromicina, espiramicina). Tomar esses antibióticos ao mesmo
tempo que a hidroxicloroquina pode aumentar a chance de efeitos colaterais que afetam o coração, que
podem ser fatais; Medicamentos antiácidos (para azia) e caulinos. Tome sulfato de hidroxicloroquina com
pelo menos 4 horas de intervalo destes medicamentos; Alguns medicamentos e sulfato de hidroxicloroquina
podem interferir um com o outro: isso inclui medicamentos usados para infecções por fungos (por exemplo,
itraconazol), para infecções bacterianas (como rifampicina, claritromicina), para epilepsia (convulsões)
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(como fenitoína, carbamazepina), para distúrbios lipídicos (como genfibrozila, estatinas), para tratamento
do HIV (como ritonavir), para transplante de órgãos ou distúrbios do sistema imunológico (como
ciclosporina), para coágulos sanguíneos (como dabigatran, clopidogrel), para doenças do coração (como
digoxina, flecainida, propafenona) e tratamento à base de plantas para a depressão: erva de São João.
Insulina e drogas antidiabéticas: Como a hidroxicloroquina pode aumentar os efeitos do tratamento
hipoglicêmico (diminuição da taxa de açúcar no sangue), pode ser necessária uma diminuição nas doses de
insulina ou drogas antidiabéticas.
Alimentos e hidroxicloroquina: Evite tomar suco de toranja, pois pode aumentar o risco de efeitos
colaterais.
Gravidez e amamentação
Gravidez: O uso da hidroxicloroquina pode estar associada a um pequeno risco elevado de malformações
graves e é desaconselhado durante a gravidez, exceto quando, na opinião do médico, os benefícios
potenciais individuais superarem os riscos.
Amamentação: Sulfato de hidroxicloroquina não deve ser usado durante a amamentação, a menos que seu
médico considere que os benefícios superam os riscos. Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de
tomar qualquer medicamento se estiver grávida ou pensa que pode estar grávida ou se planeja engravidar
ou a amamentar. Seu médico discutirá com você se o uso de sulfato de hidroxicloroquina é adequado para
você. A hidroxicloroquina é excretada no leite materno (menos de 2% da dose materna após correção do
peso corporal).
Uso criterioso no aleitamento ou na doação de leite humano.
O uso deste medicamento no período da lactação depende da avaliação e acompanhamento do seu
médico ou cirurgião-dentista.
Aplica-se apenas à indicação de malária: A amamentação é possível em caso de tratamento curativo da
malária. Embora a hidroxicloroquina seja excretada no leite materno, a quantidade é insuficiente para
conferir qualquer proteção contra a malária ao lactente. É necessária quimioprofilaxia separada para o
lactente. Existem dados muito limitados sobre a segurança da criança amamentada durante o tratamento
com hidroxicloroquina a longo prazo; o prescritor deve avaliar os potenciais riscos e benefícios do uso de
hidroxicloroquina durante a amamentação, de acordo com a indicação e duração do tratamento. Desta
forma, apenas o médico pode decidir sobre o uso de sulfato de hidroxicloroquina durante a gravidez e
amamentação, pois o uso do medicamento nesses períodos necessita de cuidados especiais.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe
imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.
Populações especiais: Recomenda-se cautela em pacientes com disfunções hepáticas (do fígado) ou renais
(dos rins) ou que estejam tomando medicamentos capazes de afetar esses órgãos: pode ser necessária
redução da dose da hidroxicloroquina.
Insuficiência renal: Não é esperado que o comprometimento renal modifique significativamente a
farmacocinética da hidroxicloroquina em pacientes com insuficiência renal porque a maior parte da
hidroxicloroquina é metabolizada e apenas 20-25% da dose de hidroxicloroquina é eliminada sem
alterações na urina. Os modelos farmacocinéticos de base fisiológica mostram que a exposição à
hidroxicloroquina aumentaria em 17-30% em pacientes com insuficiência renal grave.
Insuficiência hepática (redução da função do fígado): O efeito da insuficiência hepática na
farmacocinética da hidroxicloroquina não foi avaliado em um estudo específico de farmacocinética. Os
modelos farmacocinéticos de base fisiológica mostram que a exposição à hidroxicloroquina aumentaria
em 34-57% nos pacientes com insuficiência hepática moderada e grave.
Este medicamento pode causar danos ao fígado. Por isso, seu uso requer acompanhamento médico
estrito e exames laboratoriais periódicos para controle.
Pacientes idosos: Não há advertências e recomendações especiais sobre o uso adequado desse
medicamento por pacientes idosos. Os dados limitados disponíveis em pacientes idosos com artrite
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reumatoide sugerem que as exposições à hidroxicloroquina permanecem na mesma faixa que as observadas
em pacientes mais jovens.
Pacientes pediátricos: A farmacocinética da hidroxicloroquina em crianças com idade inferior a 18 anos
ainda não foi estabelecida.
Alterações na capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Os pacientes deverão ser alertados
quanto a dirigir veículos e operar máquinas, pois a hidroxicloroquina pode alterar a acomodação visual e
provocar visão turva. Caso essa condição não seja autolimitante, pode haver necessidade de reduzir a dose
temporariamente.
Atenção: Contém o corante dióxido de titânio.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
O sulfato de hidroxicloroquina 400 mg deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento
Comprimido revestido branco, sulcado, oblongo e biconvexo.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe
alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
O sulfato de hidroxicloroquina deve ser tomado durante uma refeição, ou com um copo de leite.
Doenças reumáticas (doença caracterizada por dor muscular e na articulação): A ação do sulfato de
hidroxicloroquina é cumulativa e exigirá várias semanas para exercer seus efeitos terapêuticos benéficos,
enquanto efeitos colaterais de baixa gravidade podem ocorrer relativamente cedo. Alguns meses de terapia
podem ser necessários antes que os efeitos máximos possam ser obtidos. Caso uma melhora objetiva
(redução do inchaço da articulação, aumento da mobilidade) não ocorra em 6 meses, sulfato de
hidroxicloroquina deverá ser descontinuado.
Lúpus eritematoso sistêmico e discoide: Dose inicial para adultos: 400 a 800 mg diários.
Dose de manutenção: 200 a 400 mg diários.
Artrite reumatoide: Dose inicial para adultos: 400 a 600 mg diários.
Dose de manutenção: 200 a 400 mg diários.
Artrite crônica juvenil: A posologia não deve exceder 6,5mg/kg de peso/dia, até uma dose máxima diária
de 400 mg.
Doenças fotossensíveis (condições na pele provocadas ou agravadas pela luz): O tratamento com sulfato
de hidroxicloroquina deve ser de 400 mg/dia no momento inicial e depois reduzido para 200 mg/dia. Se
possível, o tratamento deve ser iniciado alguns dias antes à exposição solar.
Malária (doença causada por protozoários):
Tratamento supressivo: Uso adulto: 1 comprimido de 400 mg de sulfato de hidroxicloroquina a intervalos
semanais.
Uso em crianças: a dose supressiva é de 6,5 mg/kg de peso semanalmente. Não deverá ser ultrapassada a
dose para adultos, a despeito do peso.
Caso as circunstâncias permitam, o tratamento supressivo deverá ser iniciado 2 semanas antes da exposição.
Entretanto, se isso não for possível, uma dose dupla inicial de 800 mg para adultos ou de 12,9 mg/kg para
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crianças pode ser recomendada, dividida em duas tomadas com 6 horas de intervalo. A terapêutica
supressiva deverá ser continuada por 8 semanas após deixar à área endêmica (área geográfica reconhecida
pela transmissão de uma determinada doença).
Tratamento da crise aguda: Uso adulto: dose inicial de 800 mg seguida de 400 mg após 6 a 8 horas e 400
mg diários em 2 dias consecutivos (total de 2 g de sulfato de hidroxicloroquina). Um método alternativo,
empregando uma única dose de 800 mg (620 mg base) provou ser também eficaz. A dose para adultos
também pode ser calculada na base do peso corporal. Esse método é o preferível para uso em pediatria (em
crianças).
Uso em crianças: administrar dose total de 32 mg/kg (não superior a 2 g) dividida em 3 dias, como se segue:
primeira dose 12,9 mg/kg (não exceder 800 mg); segunda dose 6,5 mg/kg (não exceder 400 mg) seis horas
após a primeira dose; terceira dose 6,5 mg/kg 18 horas após a segunda dose; quarta dose 6,5 mg/kg 24 horas
após a terceira dose.
Não há estudos dos efeitos de sulfato de hidroxicloroquina administrado por vias não recomendadas.
Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por
via oral, conforme recomendado pelo médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
O comprimido de Plaquinol 400 mg pode ser partido. Se houver necessidade de partir o comprimido,
a outra metade deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 15
dias.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso esqueça de administrar uma dose, administre-a assim que possível. No entanto, se estiver próximo do
horário da dose seguinte, espere por este horário. Nunca devem ser administradas duas doses ao mesmo
tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
Frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados disponíveis).
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: Desconhecida: depressão da medula óssea, anemia (redução
no número de células vermelhas do sangue), anemia aplástica (forma de anemia na qual a medula óssea
falha em produzir números adequados de elementos do sangue), agranulocitose (diminuição de alguns tipos
de leucócitos do sangue), leucopenia (redução das células brancas do sangue), trombocitopenia (diminuição
no número de plaquetas sanguíneas).
Distúrbios do sistema imune: Desconhecida: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica,
que causa coceira), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem
alérgica), broncoespasmo (contração dos brônquios, que pode ocasionar chiado no peito).
Distúrbios de metabolismo e nutrição: Comum: anorexia (perda de apetite); Desconhecida: hipoglicemia
(diminuição da taxa de açúcar no sangue). A hidroxicloroquina pode exacerbar o quadro de porfiria (grupo
de doenças metabólicas).
Distúrbios psiquiátricos: Comum: labilidade emocional (mudança rápida de humor); Incomum:
nervosismo; Desconhecida: psicose, comportamento suicida, depressão, alucinações, ansiedade, agitação,
confusão, delírios, mania e distúrbios do sono.
Distúrbios renais e urinários: Desconhecido: fosfolipidose renal levando a lesão renal.
Distúrbios do sistema nervoso: Comum: dor de cabeça; Incomum: tontura; Desconhecida: convulsões
(contração involuntária dos músculos) têm sido reportadas com esta classe de medicamentos. Distúrbios
extrapiramidais (relacionados à coordenação e controle dos movimentos), como distonia (contrações
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musculares involuntárias), discinesia (movimentos involuntários anormais do corpo), tremor (vide “O que
devo saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios oculares: Comum: visão borrada devido a distúrbios de acomodação que é dose dependente e
reversível. Incomum: retinopatia (doença da retina) com alterações na coloração e do campo visual. Na sua
forma precoce, elas parecem ser reversíveis com a descontinuação da hidroxicloroquina. Caso o tratamento
não seja suspenso a tempo existe risco de progressão da retinopatia, mesmo após a suspensão do mesmo.
Pacientes com alterações retinianas podem ser inicialmente assintomáticos (sem sintomas), ou podem
apresentar escotomas (perda total ou parcial da clareza ou nitidez da visão) visuais paracentral e pericentral
do tipo anular, escotomas temporais e visão anormal das cores. Foram relatadas alterações na córnea
incluindo opacificação (perda da transparência) e inchaço. Tais alterações podem ser assintomáticas, ou
podem causar distúrbios tais como halos, visão borrada ou fotofobia (sensibilidade à luz). Estes sintomas
podem ser transitórios ou são reversíveis com a suspensão do tratamento; Desconhecida: casos de
maculopatia e degeneração macular foram reportados e podem ser irreversíveis.
Distúrbios de audição e labirinto: Incomum: vertigem (tontura), zumbido; Desconhecida: perda de
audição.
Distúrbios cardíacos: Desconhecida: cardiomiopatia (doença do coração) que pode resultar em
insuficiência cardíaca e em alguns casos podendo ser fatal (vide “O que devo saber antes de usar este
medicamento?” e “O que fazer se alguém usar uma quantidade maior do que a indicada deste medicamento?
– Sinais e Sintomas”). Toxicidade crônica deve ser considerada quando ocorrerem distúrbios de condução
(dificuldade da passagem do estímulo elétrico) (bloqueio de ramo/bloqueio atrioventricular) bem como
hipertrofia biventricular (espessamento da parede dos ventrículos). A suspensão do tratamento leva à
recuperação.
Distúrbios gastrintestinais: Muito comum: dor abdominal, náusea; Comum: diarreia, vômito. Esses
sintomas geralmente regridem imediatamente com redução da dose ou suspensão do tratamento.
Distúrbios hepatobiliares: Incomum: alterações dos testes de função do fígado. Desconhecida: lesão
hepática induzida por medicamentos (problemas no fígado), incluindo lesão hepatocelular (lesão na célula
do fígado), hepatite aguda (inflamação do fígado) e insuficiência hepática fulminante (redução grave da
função do fígado).
Distúrbios hepáticos: Os sintomas podem incluir uma sensação geral de mal-estar, com ou sem icterícia
(pele e olhos amarelados), urina escura, náuseas (enjoos), vômitos e/ou dor abdominal. Foram observados
casos raros de insuficiência hepática (incluindo casos fatais); Desconhecido: problemas renais devido ao
acúmulo de fosfolipídios.
Distúrbios de pele e tecido subcutâneo: Comum: erupção cutânea (da pele), prurido (coceira); Incomum:
alterações da cor na pele e nas membranas mucosas, descoloração do cabelo, alopecia (perda de cabelo).
Estes sintomas geralmente regridem rapidamente com a suspensão do tratamento; Desconhecida: erupções
bolhosas incluindo eritema multiforme (manchas vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações que
podem acometer todo o corpo), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada
por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, caracterizado
por erupção generalizada, com bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica, à semelhança de grande
queimadura, resultante principalmente de uma reação tóxica a vários medicamentos), “rash”
medicamentoso com eosinofilia e sintomas sistêmicos (erupção cutânea com aumento de eosinófilos no
sangue), fotossensibilidade, dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação),
pustulose exantemática generalizada aguda (PEGA) (doença da pele geralmente induzida por droga,
acompanhada de febre). PEGA deve ser diferenciada de psoríase (doença inflamatória da pele), embora a
hidroxicloroquina possa precipitar crises de psoríase. Pode estar associada com febre e hiperleucocitose
(contagem elevada de células brancas no sangue). A evolução do quadro é geralmente favorável após a
suspensão do tratamento.
Distúrbios musculoesquelético do e tecido conjuntivo: Incomum: distúrbios motores sensoriais;
Desconhecida: miopatia (problema no sistema muscular) dos músculos esqueléticos ou neuromiopatia
(problema que ataca ao mesmo tempo o sistema nervoso e os músculos) levando à fraqueza progressiva e
atrofia (diminuição no tamanho) do grupo de músculos proximais. A miopatia pode ser reversível com a
suspensão do tratamento, mas a recuperação pode durar alguns meses. Estudos de diminuição dos reflexos
-- 8 of 14 --
8
tendinosos (movimentos reflexos desencadeados pela percussão de um tendão muscular) e anormalidade
na condução nervosa. Pare de tomar sulfato de hidroxicloroquina e contacte um médico imediatamente se
notar algum dos seguintes efeitos colaterais graves - pode necessitar de tratamento médico urgente: ter
pensamentos de automutilação ou suicídio (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Informe imediatamente o seu médico se algum dos seguintes efeitos colaterais se agravar ou durar mais do
que alguns dias: Sentir-se deprimido, nervoso ou ansioso, sentir-se confuso, agitado, dificuldade em dormir,
delírios, alucinações, mudanças de humor, sentir-se exultante ou superexcitado (vide “O que devo saber
antes de usar este medicamento?”).
Efeitos colaterais: Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): ritmo
cardíaco anormal, ritmo cardíaco irregular com risco à vida (observado no ECG) (vide “O que devo saber
antes de usar este medicamento?”), reações cutâneas graves, tais como (vide “O que devo saber antes de
usar este medicamento?”): erupções cutâneas acompanhadas por febre e sintomas semelhantes à gripe, e
aumento dos gânglios linfáticos. Esta pode ser uma condição chamada reação medicamentosa com
eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS); bolhas, descamação generalizada, manchas cheias de pus
juntamente com febre. Esta pode ser uma condição chamada pustulose exantemática aguda generalizada
(GAPE); bolhas ou descamação da pele ao redor dos lábios, olhos, boca, nariz, órgãos genitais, mãos ou
pés, sintomas parecidos com gripe e febre. Esta pode ser uma condição chamada síndrome de Stevens-
Johnson (SSJ); múltiplas lesões cutâneas, coceira na pele, dores nas articulações, febre e uma sensação de
mal-estar geral. Esta pode ser uma circunstância chamada necrólise epidérmica tóxica (NET); reação da
pele, incluindo cor avermelhada-roxo, feridas dolorosas, particularmente em seus braços, mãos, dedos,
rosto e pescoço, que também pode ser acompanhado de febre. Pode ser uma doença chamada síndrome de
Sweet.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis
pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Se você tomar mais hidroxicloroquina do que deveria: Se você acidentalmente tomar mais
hidroxicloroquina do que deveria, informe imediatamente um médico. Os seguintes efeitos podem ocorrer:
problemas cardíacos - levando a batimentos cardíacos irregulares.
Sinais e Sintomas: Os sintomas de superdose podem incluir dor de cabeça, distúrbios da visão, choque
cardiovascular (perda súbita de fluxo sanguíneo efetivo para os diversos órgãos, por fatores vasculares e/ou
cardíacos), convulsões, hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue) e alterações do
ritmo e condução, incluindo prolongamento do intervalo QT (intervalo medido no eletrocardiograma, que
quando aumentado associa-se ao aumento do risco de arritmias e até morte súbita), torsades de pointes (tipo
de alteração grave nos batimentos cardíaco), taquicardia ventricular e fibrilação ventricular, complexo QRS
com largura aumentada, bradiarritmias, ritmo nodal, bloqueio atrioventricular, seguidas de súbita e
potencialmente fatal parada cardíaca e respiratória. É necessária intervenção médica imediata uma vez que
estes efeitos podem aparecer rapidamente após a ingestão da superdose.
Tratamento: O estômago deverá ser imediatamente esvaziado, por vômito provocado ou por lavagem
gástrica. Carvão finamente pulverizado numa dose de pelo menos 5 vezes a da superdose pode inibir uma
posterior absorção, se introduzido no estômago por sonda após a lavagem gástrica e dentro de 30 minutos
após a ingestão da superdose. Alguns estudos referem efeito benéfico do diazepam parenteral em casos de
superdose. O diazepam pode reverter a cardiotoxicidade da cloroquina. Se necessário, deverão ser
instituídos suporte respiratório e medidas de tratamento do choque.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e
leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar
de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO
Registro: 1.8326.0297
-- 9 of 14 --
9
Registrado por:
Sanofi Medley Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
CNPJ - 10.588.595/0010-92
Produzido por:
Opella Healthcare Brazil Ltda.
Rua Conde Domingos Papaiz, 175 – Suzano – SP
Indústria Brasileira
IB271125
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 27/11/2025.
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Histórico de Alteração da Bula
Dados da submissão eletrônica Dados da petição/notificação que altera a bula Dados das alterações de bula
Data do
expediente No. expediente Assunto Data do
Exp. N° do expediente Assunto Data de
Aprovação Itens de bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
23/02/2021 0719467/21-6
10459 -
GENÉRICO -
Inclusão
Inicial de
Texto de
Bula – RDC
60/12
04/10/2018 0965382/18-1
10488 - GENÉRICO -
Registro de Medicamento -
CLONE
17/12/2018 Versão Inicial VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
12/03/2021 0969736/21-5
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
17/02/2021 0635818/21-7
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
17/02/2021
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
03/08/2021 3031507/21-5
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
08/07/2021 2659283/21-4
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
08/07/2021
VPS
3. CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE
ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
-- 11 of 14 --
26/01/2022 0337030/22-7
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
06/01/2022 0080158/22-4
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
06/01/2022
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
25/08/2022 4608446/22-3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
27/07/2022 4459968/22-3
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
27/07/2022
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
6. INTERAÇÕES
MEDICAMENTOSAS
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
30/05/2023 0550147/23-3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
04/05/2023 0445047/23-2
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
04/05/2023
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE
ESTE MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
9. REAÇÕES ADVERSAS
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
-- 12 of 14 --
14/11/2023 1260197/23-9
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
19/10/2023 1122543/23-9
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
19/10/2023
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
28/05/2024 0713640/24-3
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
02/05/2024
13/05/2024
0579890/24-4
0630774/24-2
(PLAQUINOL)
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
02/05/2024
13/05/2024
VP
1. PARA QUE ESTE
MEDICAMENTO É
INDICADO?
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?
9. O QUE FAZER SE
ALGUÉM USAR UMA
QUANTIDADE MAIOR
DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
VPS
1. INDICAÇÕES
2. RESULTADOS DE
EFICÁCIA
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
20/12/2024 1740553/24-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
19/12/2024 1735838/24-8
10506 - GENÉRICO -
Modificação Pós-Registro -
CLONE
19/12/2024
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
DIZERES LEGAIS
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
-- 13 of 14 --
01/09/2025 1164946/25-1
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
06/08/2025 1013277/25-2
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
06/08/2025
VP
4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS E
PRECAUÇÕES
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
- Gerado após o
peticionamento
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação no
Bulário RDC
60/12
27/11/2025 1536767/25-5
10451 - MEDICAMENTO
NOVO - Notificação de
Alteração de Texto de Bula –
publicação no Bulário RDC
60/12
27/11/2025
VP
5. ONDE, COMO E POR
QUANTO TEMPO POSSO
GUARDAR ESTE
MEDICAMENTO?
6. COMO DEVO USAR
ESTE MEDICAMENTO?
VPS
7. CUIDADOS DE
ARMAZENAMENTO DO
MEDICAMENTO
8. POSOLOGIA E MODO
DE USAR
VP/VPS
400 MG COM
REV CT BL
AL PLAS
TRANS X
30
-- 14 of 14 --
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