Levetiracetam 250 Mg Comprimido Revestido Com 30 Zydus Brasil
Vendido e entregue por Drogariabrasil
levetiracetam
250 MG
LEVETIRACETAM
Levetiracetam é um medicamento indicado para monoterapia em crises focais/parciais em pacientes a partir de 16 anos com epilepsia recém-diagnosticada, e como terapia adjuvante para crises focais/parciais em pessoas acima de 6 anos, crises mioclônicas acima de 12 anos e crises t…
levetiracetam é um medicamento e pode apresentar contraindicações e efeitos adversos. Consulte um médico ou farmacêutico antes de utilizar. Leia atentamente a bula. Evite a automedicação.
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Sobre o produto
Levetiracetam é um medicamento indicado para monoterapia em crises focais/parciais em pacientes a partir de 16 anos com epilepsia recém-diagnosticada, e como terapia adjuvante para crises focais/parciais em pessoas acima de 6 anos, crises mioclônicas acima de 12 anos e crises tônico-clônicas em pacientes com mais de 6 anos com epilepsia idiopática generalizada. O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido, mas é utilizado para controlar crises epilépticas.
Especificações
| Código do Produto | 62071 |
|---|---|
| Código de Barras | 7898910350000 |
| Princípio ativo | LEVETIRACETAM |
| Registro MS | 1565101100029 |
| Dosagem | 250 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 6 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |
Bula
levetiracetam
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda.
Comprimidos revestidos
250 mg e 750 mg
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levetiracetam 250 e 750 – Bula do paciente – versão 03
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
levetiracetam
Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 250 mg em embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
Comprimidos revestidos de 750 mg em embalagens com 30 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
COMPOSIÇÃO:
Cada comprimido revestido contém:
levetiracetam................................................................................................................. 250,00 mg
Excipientes (*) q.s.p ................................................................................ 1 comprimido revestido
(*) excipientes: povidona K30, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de
magnésio.
Composição do opadry: hipromelose, macrogol, talco, dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca
alumínio, óxido de ferro vermelho
Cada comprimido revestido contém:
levetiracetam................................................................................................................. 750,00 mg
Excipientes (*) q.s.p ................................................................................ 1 comprimido revestido
(*) excipientes: povidona K30, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de
magnésio.
Composição do opadry: hipromelose, macrogol, talco, dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca
alumínio, óxido de ferro vermelho
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
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levetiracetam é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos
antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em
pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
levetiracetam é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos)
para o tratamento de:
- crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade
superior a 6 anos, com epilepsia;
- crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia
mioclônica juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de
6 anos de idade com epilepsia idiopática generalizada.
Para bebês e crianças com menos de 20 kg o tratamento deve ser preferencialmente iniciado com
levetiracetam solução oral.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve utilizar levetiracetam se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de
pirrolidona (ex. piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam:
- se você tiver doença renal ou hepática, siga as instruções do seu médico. Ele poderá
decidir se a sua dose deve ser ajustada.
- se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate
o seu médico.
- Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam
teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias
suicidas, contate de imediato o seu médico
- se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento como agressividade,
agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos.
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos,
levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu
médico sobre como proceder.
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Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos),
agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos),
trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas
as células do sangue) – foram descritos em associação com a administração de levetiracetam.
Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando
fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. QUAIS
OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento
ou no aumento da dose. Em pacientes com epilepsia associada à mutação no gene SCN8A foi relatada
a falta de eficácia ou o agravamento de crises epiléticas.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode
ser potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome
congênita de prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve
algum episódio de ritmo cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do
ritmo do coração, inclusive com risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência
cardíaca ou outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de
magnésio no sangue. Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos,
especialmente medicamentos que causam prolongamentos do intervalo QT (alteração no ritmo
do coração no eletrocardiograma), medicamento para arritmia (para corrigir o ritmo do
coração) ou medicamentos diuréticos (remédios para eliminar água do corpo).
Interações medicamentosas:
- Com outros medicamentos antiepilépticos:
Não foi observada interação de levetiracetam com fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico,
fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.
- Com probenecida:
O efeito de levetiracetam sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de
levetiracetam sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não
esteroidais (ex.,diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (ex., sulfassalazina e sulfametoxazol) e
metotrexato não é conhecido.
- Com contraceptivos orais:
Não foi observada interação entre levetiracetam e contraceptivos orais (etinilestradiol e
levonorgestrel).
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Com digoxina e varfarina:
Não foi observada interação de levetiracetam com digoxina e varfarina.
- Com antiácidos:
Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de levetiracetam.
- Com laxantes:
Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi
administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve
ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.
- Com alimentos e álcool:
Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. levetiracetam pode
ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas
durante o tratamento com levetiracetam.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Gravidez e Amamentação:
levetiracetam não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O
risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento
com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações
hereditárias em comparação com a monoterapia, portanto, esta pode ser considerada.
Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.
Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem
afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do
levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A
descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser
prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam devem ser monitoradas pelo
médico.
Se estiver grávida, ou achar que está grávida, informe o seu médico.
O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada
durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam for necessário durante a
amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam e a amamentação devem
continuar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e
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pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar
alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
levetiracetam pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que
levetiracetam pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema
nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se
cautela aos pacientes na execução destas atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento ou ao aumentar a
dose, pois sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o
paciente a quedas ou acidentes.
Atenção: Contém os corantes dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca de alumínio e óxido de
ferro vermelho.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para sua saúde.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
levetiracetam 250 mg são comprimidos revestidos de forma oval, de cor laranja claro a laranja, com
bordas angulares, com a linha de ruptura de um lado e plano no outro lado.
levetiracetam 750 mg são comprimidos revestidos de forma oval, de cor laranja claro a laranja, com
bordas angulares, com a com a linha de ruptura de um lado e plano no outro lado.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e
você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
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Modo de usar:
Engolir os comprimidos de levatiracetam com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo: um
copo com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada
12 horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.
levaraticetam pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de
levetiracetam pode ser sentido.
Posologia:
- Doses para Monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no
tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a
partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia:
A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma
dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser
aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua
resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar
sobre ajustes de dose.
Não foram conduzidos estudos clínicos para Monoterapia no tratamento de crises focais/parciais,
com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos e diagnóstico recente
de epilepsia.
Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no
tratamento de:
• Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e
crianças com idade superior a 6 anos, com epilepsia.
• Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia
mioclônica juvenil.
• Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com
mais de 6 anos de idade, com epilepsia idiopática generalizada.
Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso igual ou superior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro
dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser
aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser
realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas.
Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Terapia adjuvante em crianças (6 aos 11 anos) e adolescentes (12 aos 17 anos) com peso inferior
a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e
tolerância, a dose pode ser aumentada para até 30 mg/kg duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose
não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg duas vezes ao
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dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá orientar sobre
ajustes de dose.
O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para
você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.
levetiracetam comprimidos não é adaptado para administração a bebês e crianças com menos de 6
anos. Para estas populações, levetiracetam solução oral é mais apropriado.
Além disso, as miligramagens disponíveis de levetiracetam em comprimidos não são apropriadas para
o tratamento inicial de crianças com menos de 25 kg, para pacientes incapazes de engolir
comprimidos e para administração de doses menores que 250 mg. Nestas situações deve ser
utilizada a solução oral de levetiracetam.
Para crianças com peso corpóreo igual ou maior que 50 kg a dosagem é a mesma de adultos.
Ajuste de dose para populações especiais:
Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam
adequada.
Idosos:
O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.
Insuficiência renal (dos rins):
Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser
individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função
renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com
insuficiência renal.
Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua
dose.
Insuficiência hepática (do fígado):
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática leve a moderada.
Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.
Duração do tratamento:
O tratamento com levetiracetam deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Interrupção do tratamento:
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos,
levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção
gradual de levetiracetam.
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O comprimido pode ser partido para facilitar a deglutição, mas não para a divisão de doses.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso tenha se esquecido de tomar levetiracetam:
Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses.
Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião
dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- dor de cabeça, sonolência;
- nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- astenia (fraqueza);
- fadiga (sensação de cansaço);
- anorexia* (perda de apetite);
- depressão, hostilidade, agressividade, insônia, nervosismo, irritabilidade;
- convulsão, desordem do equilíbrio, tontura, tremor;
- vertigem (sensação de estar rodando);
- tosse;
- dor abdominal, diarreia, dispepsia (indigestão), vômito, náusea;
- rash (erupção na pele).
* O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com levetiracetam.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizaram este medicamento):
- trombocitopenia (redução do número de plaquetas);
- aumento de peso;
- instabilidade emocional/mudança de humor, agitação;
- amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia cerebelar (impedimento dos
movimentos coordenados), distúrbio de atenção (perda de concentração), prejuízo de memória;
- diplopia (visão dupla), visão borrada;
- eczema (inflamação na pele), prurido (coceira na pele);
- mialgia (dor no músculo);
- ferimento.
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizaram este medicamento)
- infecção;
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- distúrbios de personalidade, pensamento anormal;
- hipercinesia (hiperatividade).
Reações adversas com frequências não conhecidas:
- Pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da
medula óssea em alguns casos;
- Agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
- Leucopenia (redução de glóbulos brancos);
- Neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
- Prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma);
- Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo
branco) e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
- Hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
- perda de peso;
- suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do
comportamento, alucinação, ira, delírio, ansiedade, confusão, ataque de pânico;
- parestesia (sensação de formigamento), coreoatetose (associação de movimentos involuntários
contínuos, uniformes e lentos e rápidos), discinesia (movimentos repetitivos involuntários),
letargia, alteração na maneira de andar, agravamento das crises epilépticas;
- teste anormal da função hepática, falência hepática, hepatite;
- alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e
descamação da pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-
Johnson), eritema multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos
pequenos) e angioedema;
- fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima
creatina-fosfoquinase no sangue;
- pancreatite (inflamação do pâncreas);
- dano renal agudo.
A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatina-fosfoquinase no sangue é
significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.
Casos raros de prolongamento do intervalo QT (medido no eletrocardiograma) foram observados
na vigilância pós-comercialização.
Evidências também sugerem uma possível predisposição da população japonesa à síndrome
neuroléptica maligna (SNM).
Casos raros de desenvolvimento de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes com
histórico subjacente de TOC ou transtornos psiquiátricos foram observados na vigilância pós-
comercialização.
As reações de hipersensibilidade (sensibilidade aumentada) ao medicamento (também conhecidas
como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no
sangue) e sintomas sistêmicos, DRESS) foram observadas em pacientes tratados com alguns
medicamentos antiepilépticos. Essas reações podem se manifestar de diferentes formas, mas
geralmente vêm acompanhadas de febre e erupção na pele, podendo afetar diversos órgãos do corpo.
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Casos raros foram relatados com o uso de levetiracetam e em caso de suspeita de reação de
hipersensibilidade ao medicamento, o levetiracetam deve ser descontinuado.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu
serviço de atendimento.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado
eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem
ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico
ou cirurgião-dentista.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com levetiracetam são sonolência, agitação,
agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma.
Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001,
se você precisar de mais orientações.
III – DIZERES LEGAIS
Registro 1.5651.0110
Produzido por:
ZYDUS LIFESCIENCES LIMITED
Plot No 417, 419, 420, SARKHEJ BAVLA NATIONAL HIGHWAY Nº 8A
VILLAGE - MORAIYA, TAL-SANAND - 382 210
AHMEDABAD, ÍNDIA
Mfg. Lic Nº G/1486
Importado por:
ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA.
Av. Talma Rodrigues Ribeiro, 147, Galpão 02, Mod A/B/C/D/E, sala 25
Portal de Jacaraípe - SERRA/ES
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levetiracetam 250 e 750 – Bula do paciente – versão 03
CNPJ 05.254.971/0011-53
Registrado por:
ZYDUS NIKKHO FARMACÊUTICA LTDA.
Av. das Américas, 3434, bloco 7, salas 502 e 503,
Barra da Tijuca. Rio de Janeiro – RJ
CEP 22640-102
CNPJ: 05.254.971/0001-81
Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800 282 11 27
www.zydusbrasil.com
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 17/12/2025.
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levetiracetam 250 e 750 – Bula do paciente – versão 03
Histórico de Alteração da Bula
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/Notificação que Altera
Bula Dados das Alterações de Bulas
Data do
Expediente
No.
Expediente Assunto Data do
Expediente
No.
Expediente Assunto Itens de Bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
- - -
VP:
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS:
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
VP/VPS
250 MG COM REV
CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV
CT BL AL AL X 60
750 MG COM REV
CT BL AL AL X 30
11/03/2025 0330218255
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
- - -
VP:
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
8. QUAIS OS MALES
QUE ESTE
MEDICAMENTO
PODE ME CAUSAR?
VPS:
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
8. POSOLOGIA
VP/VPS
250 MG COM REV
CT BL AL AL X 30
250 MG COM REV
CT BL AL AL X 60
750 MG COM REV
CT BL AL AL X 30
27/06/2024 0881378241 10459 -
GENÉRICO - - - - Inclusão inicial - Todas
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levetiracetam 250 e 750 – Bula do paciente – versão 03
Inclusão
Inicial de
Texto de Bula
– publicação
no
BulárioRDC
60/12
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levetiracetam
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda.
Comprimidos revestidos
500 mg
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
levetiracetam
Medicamento genérico Lei n° 9.787, de 1999
APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 500 mg em embalagens com 30 ou 60 comprimidos.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
COMPOSIÇÃO:
Cada comprimido revestido contém:
levetiracetam................................................................................................................. 500,00 mg
Excipientes (*) q.s.p ................................................................................ 1 comprimido revestido
(*) excipientes: povidona K30, amidoglicolato de sódio, dióxido de silício coloidal, estearato de
magnésio.
Composição do opadry: hipromelose, macrogol, talco, dióxido de titânio, amarelo crespúsculo laca de
alumínio, óxido de ferro vermelho.
II - INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?
Este medicamento é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos
antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em
pacientes com 16 anos de idade ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.
Este medicamento está indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos
antiepilépticos)
para o tratamento de:
- crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade
acima de 6 anos e peso igual ou superior a 25 kg, com epilepsia;
- crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos de idade e
peso igual ou acima de 25 kg, com epilepsia mioclônica juvenil;
- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de
6 anos de idade e peso igual ou superior a 25 kg com epilepsia idiopática generalizada.
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
Para bebês e crianças com menos de 25 kg o tratamento deve ser iniciado com levetiracetam solução
oral.
2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
O mecanismo de ação do levetiracetam não está totalmente esclarecido.
3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você não deve utilizar levetiracetam se você tem alergia a levetiracetam ou a outros derivados de
pirrolidona (exemplo, piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Fale com o seu médico antes de tomar levetiracetam:
- se você tiver doença renal ou hepática, ou se for idoso, siga as instruções do seu médico. Ele poderá
decidir se a sua dose deve ser ajustada.
- se você detectar um aumento na gravidade das crises (por exemplo, aumento do número), contate
o seu médico.
- Um pequeno número de pessoas que iniciaram tratamento com antiepilépticos como levetiracetam
teve pensamentos de autoagressão ou suicídio. Se você tiver algum sintoma de depressão ou ideias
suicidas, contate de imediato o seu médico.
- se você tiver transtornos psiquiátricos e mudanças de comportamento, como agressividade,
agitação, raiva, ansiedade, apatia, depressão, hostilidade, irritabilidade e transtornos psicóticos.
- No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos,
levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente para evitar o aumento das crises. Consulte seu
médico sobre como proceder.
- Casos de diminuição na contagem de células sanguíneas - neutropenia (redução de neutrófilos),
agranulocitose (redução acentuada de granulócitos), leucopenia (redução de glóbulos brancos),
trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas) e pancitopenia (número reduzido de todas
as células do sangue) – foram descritos em associação com a administração de levetiracetam.
Contagens completas de células sanguíneas são recomendadas em pacientes apresentando
fraqueza, pirexia (febre), infecções recorrentes ou distúrbios de coagulação (vide item 8. QUAIS
OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?).
- Pode ser observado o agravamento das crises epilépticas, especialmente ao iniciar o tratamento
ou no aumento de dose.
Interações medicamentosas
- Com outros medicamentos antiepilépticos:
Não foi observada interação de levetiracetam com fenitoína, carbamazepina, ácido valproico,
fenobarbital, gabapentina, primidona, topiramato e lamotrigina.
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
- Com probenecida:
O efeito de levetiracetam sobre a eliminação da probenecida não foi estudado. O efeito de
levetiracetam sobre medicamentos normalmente eliminados pelos rins, como anti-inflamatórios não
esteroidais (exemplo,diclofenaco e ibuprofeno), sulfonamidas (exemplo, sulfassalazina e
sulfametoxazol) e metotrexato não é conhecido.
- Com contraceptivos orais:
Não foi observada interação entre levetiracetam e contraceptivos orais (etinilestradiol e
levonorgestrel).
- Com digoxina e varfarina:
Não foi observada interação de levetiracetam com digoxina e varfarina.
- Com antiácidos:
Não há dados a respeito da influência de antiácidos sobre a absorção de levetiracetam.
- Com laxantes:
Foram observados relatos isolados de diminuição de eficácia quando o laxante macrogol foi
administrado junto com levetiracetam oral. Assim, a administração oral de macrogol não deve
ser realizada dentro de 1 hora (antes ou após) da administração de levetiracetam.
- Com alimentos e álcool:
Os alimentos não alteram significativamente o nível de levetiracetam no sangue. levetiracetam pode
ser ingerido com ou sem alimentos. Como medida de precaução, não ingira bebidas alcoólicas
durante o tratamento com levetiracetam.
Gravidez e Amamentação:
levetiracetam não deve ser utilizado durante a gravidez, a menos que seja clinicamente necessário. O
risco potencial de malformações hereditárias não pode ser completamente excluído. O tratamento
com múltiplos medicamentos antiepilépticos está associado com um maior risco de malformações
hereditárias em comparação com a monoterapia e, portanto, esta pode ser considerada.
Estudos em animais revelaram efeitos indesejáveis na reprodução.
Como acontece com outros medicamentos antiepilépticos, alterações durante a gravidez podem
afetar a concentração do levetiracetam. Houve relatos de diminuição de concentração do
levetiracetam durante a gravidez. Esta diminuição é maior durante o terceiro trimestre. A
descontinuação do tratamento com antiepilépticos pode resultar em piora da doença, que pode ser
prejudicial à mãe e ao bebê. Mulheres em tratamento com levetiracetam devem ser monitoradas pelo
médico.
Se estiver grávida, ou suspeitar que está grávida, informe o seu médico.
O levetiracetam é eliminado no leite materno, por isso, a amamentação não é recomendada
durante o tratamento. Entretanto, se o tratamento com levetiracetam for necessário durante a
amamentação, você e seu médico deverão decidir se o uso de levetiracetam e a amamentação devem
continuar.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é
contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e
pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar
alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas:
levetiracetam pode reduzir a sua capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas, dado que
levetiracetam pode fazê-lo sentir-se sonolento ou apresentar outros sintomas relacionados ao sistema
nervoso central, no início do tratamento ou após um aumento da dose. Desta forma, recomenda-se
cautela aos pacientes na execução destas atividades.
Você não deve dirigir veículos ou operar máquinas no início do tratamento ou ao aumentar a dose, pois
sua habilidade e capacidade de reação podem estar prejudicadas.
O uso deste medicamento pode causar tontura, desmaios ou perda da consciência, expondo o paciente a
quedas ou acidentes.
Este medicamento pode aumentar o risco de alteração grave nos batimentos cardíacos, que pode ser
potencialmente fatal (morte súbita).
Não tome este medicamento se você tiver uma alteração no coração chamada síndrome congênita de
prolongamento do intervalo QT (ou síndrome do QT longo), ou se você já teve algum episódio de ritmo
cardíaco anormal, porque pode ser perigoso e provocar alterações do ritmo do coração, inclusive com
risco de morte.
Avise seu médico se você tiver bradicardia (diminuição da frequência cardíaca), insuficiência cardíaca ou
outras doenças do coração, ou se você souber que tem baixo nível de potássio ou de magnésio no sangue.
Avise seu médico se você estiver utilizando outros medicamentos, especialmente medicamentos que
causam prolongamento do intervalo QT (alteração do ritmo do coração no eletrocardiograma),
medicamentos para arritmia (para corrigir o ritmo do coração) ou medicamentos diuréticos (remédios
para eliminar água do corpo).
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.
Atenção: contém os corantes dióxido de titânio, amarelo crepúsculo laca de alumínio e óxido de
ferro vermelho.
5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?
Armazenar em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem
original.
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
Levetiracetam 500 mg são comprimidos revestidos de forma oval, de cor laranja claro a laranja, com
bordas angulares, plano nos dois lados.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e
você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá
utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Modo de usar:
Ingerir os comprimidos de levatiracetam com uma quantidade suficiente de líquido (exemplo, um copo
com água). A dosagem diária deve ser administrada em duas doses igualmente divididas (a cada 12
horas), aproximadamente no mesmo horário de cada dia.
levaraticetam pode ser ingerido com ou sem alimentos. Após a administração oral, o gosto amargo de
levetiracetam poderá ser sentido.
Posologia:
- Doses para monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no
tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária em pacientes a
partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia:
A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia, a qual pode ser aumentada para uma
dose terapêutica inicial de 500 mg duas vezes ao dia, após duas semanas. Esta dose pode ser
aumentada ainda em mais 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, dependendo da sua
resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia. Seu médico deverá lhe orientar
sobre ajustes de dose.
Não foram conduzidos estudos clínicos para monoterapia no tratamento de crises focais/parciais,
com ou sem generalização secundária em pacientes com menos de 16 anos de idade e diagnóstico
recente de epilepsia.
- Doses para Terapia adjuvante (combinado com outros medicamentos antiepilépticos) no
tratamento de:
• Crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em adultos, adolescentes e
crianças com idade superior a 6 anos de idade e peso igual ou superior a 25 kg, com epilepsia.
• Crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos e peso igual
ou superior a 25 kg, com epilepsia mioclônica juvenil.
• Crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com
mais de 6 anos de idade e peso igual ou superior a 25 kg, com epilepsia idiopática generalizada.
Terapia adjuvante em adultos e adolescentes (12 aos 17 anos de idade) com peso igual ou
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
superior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 500 mg/duas vezes ao dia. Esta dose pode ser iniciada no primeiro
dia de tratamento. Dependendo da sua resposta clínica e tolerância, a dose diária pode ser
aumentada para até o máximo de 1500 mg/duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose podem ser
realizados com aumentos ou reduções de 500 mg/duas vezes ao dia, a cada duas a quatro semanas.
Seu médico deverá lhe orientar sobre ajustes de dose.
Terapia adjuvante em crianças (6 aos 11 anos de idade) e adolescentes (12 aos 17 anos de idade)
com peso inferior a 50 kg:
A dose terapêutica inicial é de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Dependendo da sua resposta clínica e
tolerância, a dose pode ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia. Estes ajustes de dose
não podem ser realizados com aumentos ou decréscimos maiores que 10 mg/kg duas vezes ao
dia, a cada duas semanas. A menor dose eficaz deve ser usada. O médico deverá lhe orientar sobre
ajustes de dose.
O médico irá prescrever a forma farmacêutica, apresentação e concentração mais apropriadas para
você, de acordo com seu peso, idade e dosagem.
levetiracetam comprimidos não é adaptado para administração em bebês e crianças com menos de 6
anos de idade. Para estas populações, levetiracetam solução oral é mais apropriado.
Além disso, as concentrações disponíveis de levetiracetam em comprimidos não são apropriadas para
o tratamento inicial de crianças com peso inferior a 25 kg, para pacientes com dificuldade de deglutir
comprimidos e para administração de doses menores que 250 mg. Nestas situações deve ser utilizado
levetiracetam solução oral.
Ajuste de dose para populações especiais:
Nos casos em que o ajuste de dose for necessário, o médico indicará a dose de levetiracetam
adequada.
- Idosos:
O ajuste de dose é recomendado em pacientes idosos com função renal reduzida.
- Insuficiência renal (dos rins):
Uma vez que o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose diária de levetiracetam deve ser
individualizada de acordo com a sua função renal. Para crianças com comprometimento da função
renal, esta recomendação se baseia em um estudo realizado em pacientes adultos com
insuficiência renal.
Seu médico irá determinar como está sua função renal para verificar se é necessário ajustar sua
dose.
- Insuficiência hepática (do fígado):
Não é necessário ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática, de leve a moderada.
Em pacientes com insuficiência hepática grave, o ajuste de dose é recomendado.
Duração do tratamento
O tratamento com levetiracetam deve ser continuado durante o tempo que o seu médico indicar.
Interrupção do tratamento
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
No caso de interrupção do tratamento, tal como para outros medicamentos antiepilépticos,
levetiracetam deverá ser descontinuado gradualmente. Seu médico irá orientar sobre a interrupção
gradual de levetiracetam.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Caso tenha se esquecido de tomar levetiracetam:
Contatar o seu médico se você se esqueceu de tomar uma ou mais doses.
Não tome uma dose em dobro para compensar um comprimido que você se esqueceu de tomar.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou do cirurgião-
dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- astenia (fraqueza) e sonolência;
- dor de cabeça;
- nasofaringite (inflamação aguda ou crônica da mucosa nasal da nasofaringe);
- aumento da pressão arterial diastólica em crianças;
- vômito;
- redução da densidade mineral óssea.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- anorexia* (perda de apetite) e aumento de peso;
- comportamento anormal, agressividade, depressão, hostilidade, insônia e alteração de humor;
- astenia, fadiga e edema periférico;
- amnésia (perda de memória), coordenação anormal/ataxia (impedimento dos movimentos
coordenados), confusão, tontura, distúrbio de cognição, tremor, parestesia (formigamento / dormência)
e vertigem (sensação de estar rodando);
- diplopia (visão dupla), visão borrada e conjuntivite;
- artralgia (dor nas articulações) e dor no pescoço;
- infecção;
- tosse, congestão nasal, faringite e rinite;
- diarreia, gastrenterite, perda de apetite, náusea e dor abdominal.
* O risco de anorexia é mais alto quando o topiramato é administrado com levetiracetam.
Reações adversas com frequências não conhecidas:
- pancitopenia (número reduzido de todas as células do sangue e plaquetas), com supressão da medula
óssea em alguns casos;
- agranulocitose (redução acentuada de granulócitos, um tipo de glóbulo branco);
- leucopenia (redução de glóbulos brancos);
- neutropenia (redução de neutrófilos, um tipo de glóbulo branco);
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
- Reação ao medicamento com eosinofilia (redução do número de eosinófilos, um tipo de glóbulo
branco) e sintomas sistêmicos, reações anafiláticas;
- hiponatremia (baixa concentração de sódio no sangue);
- suicídio, tentativa de suicídio e ideação suicida, distúrbios psicóticos, alterações do comportamento,
alucinação, ira, ansiedade, confusão e ataque de pânico;
- coreoatetose (associação de movimentos involuntários contínuos, uniformes e lentos e rápidos),
discinesia (movimentos repetitivos involuntários), letargia, alteração na maneira de andar;
- teste anormal da função hepática, falência hepática e hepatite;
- alopecia (perda de cabelo), síndrome de Stevens-Johnson (erupção extensa com bolhas e descamação
da pele), necrólise epidérmica tóxica (forma mais grave da síndrome de Stevens-Johnson), eritema
multiforme (erupção cutânea, que pode formar bolhas e assemelha-se a alvos pequenos) e angioedema;
- fraqueza muscular, rabdomiólise (destruição de fibras musculares) e aumento da enzima
creatinofosfoquinase no sangue;
- pancreatite (inflamação do pâncreas);
- dano renal agudo.
A prevalência de rabdomiólise e aumento da enzima creatinofosfoquinase no sangue é
significativamente mais alta em pacientes japoneses em relação aos pacientes não japoneses.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações
adversas indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu
serviço de atendimento.
9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA
DESTE MEDICAMENTO?
Os efeitos secundários possíveis de uma superdose com levetiracetam são sonolência, agitação,
agressão, diminuição do nível de consciência, depressão da respiração e coma.
Contate o seu médico se você tomou mais comprimidos do que deveria.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro
médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001,
se você precisar de mais orientações.
III – DIZERES LEGAIS
Registro: 1.5651.0110
Produzido por:
Zydus Lifesciences Limited
Sarkhej-Bavla N.H. Nº 8 A – Moraiya, Tal-Sanand
Dist. Ahmedabad, 382 210 - Índia
Mfg. Lic Nº G/1486
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
Importado por:
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda
Avenida Talma Rodrigues Ribeiro, 147, Galpão 02, Mod A/B/C/D/E, sala 25
Portal de Jacaraípe - SERRA/ES
CNPJ: 05.254.971/0011-53
Registrado por:
Zydus Nikkho Farmacêutica Ltda
Av. das Américas Nº 3434 – BL 07 – salas 502 e 503
Barra da Tijuca - Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22.640-102
CNPJ: 05.254.971/0001-81
Serviço de Atendimento ao Consumidor
0800 282 11 27
www.zydusbrasil.com
VENDA SOB PRESCRIÇÃO COM RETENÇÃO DE RECEITA.
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela Anvisa em 04/09/2025.
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levetiracetam 500 – Bula do paciente – versão 02
Histórico de Alteração da Bula
Dados da Submissão Eletrônica Dados da Petição/Notificação que Altera
Bula Dados das Alterações de Bulas
Data do
Expediente
No.
Expediente Assunto Data do
Expediente
No.
Expediente Assunto Itens de Bula Versões
(VP/VPS)
Apresentações
relacionadas
- -
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
- - -
VP
4. O QUE DEVO
SABER ANTES DE
USAR ESTE
MEDICAMENTO?
VPS
5. ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES
III. DIZERES
LEGAIS
VP/VPS
500 MG COM REV
CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV
CT BL AL AL X 60
27/06/2024 0881378241
10452 -
GENÉRICO -
Notificação de
Alteração de
Texto de Bula
– publicação
no Bulário
RDC 60/12
- - - Inclusão inicial N/A
500 MG COM REV
CT BL AL AL X 30
500 MG COM REV
CT BL AL AL X 60
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Especificações
| Código do Produto | 62071 |
|---|---|
| Código de Barras | 7898910350000 |
| Princípio ativo | LEVETIRACETAM |
| Registro MS | 1565101100029 |
| Dosagem | 250 MG |
| Tipo | Genérico |
| Conservação | CONSERVAR EM TEMPERATURA AMBIENTE ( AMBIENTE COM TEMPERATURA ENTRE 15 E 30ºC) |
| Restrição de uso | Adulto e Pediátrico acima de 6 anos |
| Via de administração | ORAL |
| Forma farmacêutica | Comprimido Revestido |
| Classe terapêutica | ANTICONVULSIVANTES |
| Bula Paciente | Ver bula |
| Bula Profissional | Ver bula |